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CPW: A relação entre os grandes sites e os padrões web

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Web Design , , , , ,

Hoje temos uma contribuição do Diego Souza, que o traduziu completamente o artigo de número 5 do Currículo dos Padrões Web e o enviou para mim.

Neste artigo, o Belo sonho, mas qual é a realidade?, Jonathan Lane mostra se os grandes sites realmente respeitam os padrões web – além de ensinar como saber se um site está seguindo os padrões – e mostra as razões para que isso aconteça (ou não) e o impacto real disso para as empresas.

Ah, agora você também poderá discutir os artigos do CPW diretamente em suas respectivas páginas, através dos comentários. Aproveite para dizer se você discordou de algum ponto ou tem algo a acrescentar ao texto!

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CPW: Conheça a história da Internet, da web e dos padrões web

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Web Design , , , , , , , , ,

Já está no ar o segundo artigo do Currículo dos Padrões Web, que conta a história da criação da Internet, da web (para quem não sabe a diferença, Internet é a ligação em rede entre os computadores, que pode ser utilizada pelas mais diversas aplicações, enquanto a web – ou a World Wide Web – é a parte “acessível” da Internet, com os sites, links e tudo mais) e a necessidade da criação da W3C e dos padrões web.

O novo artigo pode ser acessado pelo seguinte link: A história da Internet e da web, e a evolução dos padrões web.

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Opera Currículo dos Padrões Web

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Web Design , , , , ,

Qualquer desenvolvedor web que se preze deve conhecer o famoso navegador Opera — o melhor navegador que ninguém usa (eu uso!). O que talvez muitos ainda não conheçam é toda a contribuição que a Opera Software (a empresa que está por trás do Opera) dá para a W3C e toda a comunidade de desenvolvedores ao redor do mundo para a popularização de padrões abertos para desenvolvimento de sites na web — ou padrões web, para os íntimos. Uma dessas contribuições está visível no portal que eles criaram em novembro de 2006 chamado Dev Opera, um site aberto e colaborativo onde alguns feras da Opera e convidados — e você também, se quiser — publicam artigos que tratam sobre os mais variados temas relacionados a desenvolvimento web, todos gratuitos e licenciados sob a Creative Commons.

Os caras da Opera também são otimistas e acreditam que no futuro você poderá acessar e interagir com web sites através de uma grande variedades de dispositivos disponíveis, entre computadores, celulares, televisões, e (por que não?) até dispositivos cujas funções a gente não conhece por ainda terem sido inventados. E, para que isso seja possível, os padrões web deverão estar presentes em todos os sites que queiram abocanhar um pedaço dessa nova audiência.

E a última iniciativa da Opera para ajudar ainda mais a preparar desenvolvedores, designers e todos os que de alguma forma trabalham com construção de sites na web para este futuro, lançada em julho de 2008, é o Opera Web Standards Curriculum (ou Currículo dos Padrões Web). Trata-se de um curso, composto de mais de 50 artigos, que visa fornecer uma base para que qualquer pessoa possa desenvolver sites completos utilizando as melhores técnicas de desenvolvimento complacentes com os padrões web. O curso ensina desde a história e o funcionamento da internet, a guerra dos navegadores e os motivos da criação dos padrões web e sua organização. Passa por conceitos importantes para um bom web designer como arquitetura da informação, teoria das cores e tipografia. E finalmente chega a artigos teóricos e práticos sobre HTML, CSS e JavaScript. Tudo exposto de forma bastante extensa e detalhada, clara e organizada. Disponível no Dev Opera gratuitamente para consulta e distribuição, pela licença CC.

Impressionado com a completude do curso, eu, num momento de insanidade extrema, decidi que vou traduzí-lo totalmente para o português e disponibilizá-lo aqui, no site, para quem quiser acessar gratuitamente. Sim, isso vai dar um trabalhão! E, por isso, vai demorar um pouco para tudo ficar pronto. Eu espero que possa manter uma frequência de pelo menos um artigo por semana. E, quem sabe, futuramente mais pessoas resolvam me ajudar ou patrocinar o curso? Enquanto isso, o primeiro artigo, que explica detalhadamente a finalidade de curso e dá uma visão geral do que vai vir por aí e o índice já está pronto. Acesse em:

danillonunes.net/curriculo-dos-padroes-web

Finalmente, como sempre, se encontrar algum erro ou qualquer coisa do tipo, eu ficarei muito feliz de ser avisado.

Nota aos leitores de feed

Para manter uma melhor organização, os artigos serão publicados em páginas fora do blog, e consequentemente não aparecerão completos nos feeds. Na verdade, não aparecerão de jeito nenhum, eu apenas farei posts para avisar quando um novo artigo estiver disponível. Eu sei que vocês gostariam de ler tudo no conforto dos seus Google Readers, mas por enquanto isso não vai ser possível. Se vocês realmente forem sentir muita falta desta possibilidade, expressem-se nos comentários e, então, vou buscar alguma solução.

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Degradê “fast-food”

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Sem Categoria , , , , , , ,

Todo webdesigner que se preze precisa de usar um gradiente de vez em quando. E nada mais estúpido do que ter que abrir um programa de edição de imagem completo apenas para criar um degradezinho básico, não é mesmo? Eu, que uso o Inkscape, já não suporto ter de carregá-lo completamente só para fazer uma imagem de 1×10 pixels num gradiente linear de cor preta em cima e branca embaixo, imagina quem usa o pesadão do Photoshop?

Pois bem, foi pensado nisso, e num momento de total ociosidade, que eu criei um gerador automático de degradê. Na verdade, nem criei exatamente, pois a parte do código que efetivamente faz o degradê já estava toda escrita, e pertencia ao famoso tema Kubrick, do WordPress. O que eu fiz foi adaptar uma interface mais prática (e não dependente do WP) para que eu possa rapidamente alterar os parâmetros como cores e tamanho e ver um resultado instantâneo.

Então, apresento-lhes o 5SecDegradê.

Já adianto que tem um pequeno bug com o seletor de cores em relação ao Firefox, o que eu devo corrigir assim que souber como fazê-lo.

Fora isso… Bem… Fora isso, é um gerador de degradê. É bacana para ser usado em fundos de blogs e do Twitter, não tem muito mais o que dizer. Vá lá, faça o teste, e, já que tem um grande “BETA” em cima, volte e me diga o que pode melhorar.

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Design/Web/Design:2

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Web Design , , , , , , ,

O Luli Radfahrer, autor do livro Design/Web/Design:2, liberou completamente seu livro para consulta e acesso público na internet. A obra, que está disponível no endereço www.luli.com.br/dwd2, foi publicada em formato semelhante ao de blog, em que cada capítulo tem sua própria página, onde os temas abordados podem ser discutidos via comentários, além da possibilidade de serem compartilhados via email, del.icio.us, etc.

Para facilitar a leitura, eu fiz a conversão do livro para o formato PDF, enviei para o Luli e ele adorou a idéia, tanto que até já publicou o arquivo em seu próprio blog. Além de ler na tela do computador, você pode usar essa versão para imprimir, já que o formato é mais amigável para esse fim. Só não deixe que um eco-chato saiba disso (e… use papel reciclado, se possível…).

O livro

Apesar de ser bem antigo (foi publicado em 2000), o DWD:2 é, segundo o próprio autor, um livro de idéias, não de técnicas. Por isso, mesmo com a grandes mudanças que ocorreram na internet nesse intervalo de 8 anos, ele continua sendo bastante atual.

Aliás, chega a ser impressionante como ele trata de conceitos que só viriam a se popularizar anos mais tarde, como num dos capítulos sobre Comunidades digitais, no qual ele dá uma introdução do que hoje é uma das bases da Web 2.0.

Fala-se por aí que a internet é uma rede de computadores interligados. Bobagem. A internet é uma rede de pessoas conectadas, isso sim. Pessoas com experiências, anseios, idéias e, acima de tudo, uma inteligência que está muito longe de ser artificial.

Apesar de tudo, não é um livro chato de ler, cheio de tecniquês. Pelo contrário, é até divertido, pela linguagem informal e pelas sacadas bem humoradas do autor. Enfim, uma ótima recomendação para quem já é ou pretende se tornar web designer (ou qualquer outra profissão que envolva criação para internet).

Obs: Esse artigo não é patrocinado pelo Luli Radfahrer nem por nenhuma empresa de papel reciclado.

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